vivências

Quer saber o que aconteceu antes disso? Leia a parte 1 e a parte 2!

 

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Fido Dido: meu primeiro cachorro

 

Sozinha em Sampa, recebi uma ligação do marido. Na clínica que ele marcou a operação do Fido tinha um cachorrinho para adoção (ele havia comido chumbinho e foi levado às pressas para lá. Uma semana de tratamento depois, ao ligar para quem socorreu ele, eles descobriram que os dados da pessoa eram falsos e ele ficou por lá, com o nome de Otavinho ou Otavinho Júnior, esperando por um lar). As palavras dele foram: ele parece a Estopinha. Na época, já era louca pela cachorrinha do Dr. Pet. Nos dias que antecederam a operação, ele me mandava notícias sobre o tal cachorrinho: já estava totalmente apaixonado. E a veterinária ainda tinha convencido ele de que seria bom para o Fido ter um irmão, que a companhia iriar acalmá-lo e diminuir as bagunças.

Eu, de longe, também já estava apaixonada, mas com muito medo. Falava não para a nova adoção e, logo na sequência, voltava atrás com um talvez. A palavra final foi dada, pelo Walter, quando a veterinária disse que faria a castração dele sem cobrar. Pagamos a do Fido e ele foi castrado de graça (o que não foi nenhum favor, tá gente, já que o certo é só doar animais castrados).

Duas semanas (ou até mais) que eles já estavam em Guarulhos, meus meninos (marido e Fido Dido, com uns 10 meses de vida, na época) voltaram, trazendo com eles o o novo dog, com uns oito meses. Os dois animais, que até então tinham se dado super bem, começaram a se estranhar um pouco; afinal, aquele era o espaço do Fido. Mas isso era o de menos, eles passavam o dia todo, tipo 24 horas por dia, se mordendo, latindo, correndo e brincando de forma estrambelhada e levemente violenta. Era um caos e foi uma adaptação complicada. Uma coisa meio tudo novo, de novo. Marido ainda ficou mais uma semana em casa com os dois até voltar ao trabalho. No começo, demos o nome de Dingo ao pequeno, mas ainda não era o certo. Uns dois dias depois surgiu Bilbo e assim ficou.

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Xiii, pegou a história já começada? Confira aqui a Parte 1!

 

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Fido Dido: meu primeiro cachorro

 

Não sei se foi naquele 6 de maio de 2012 mesmo ou no dia seguinte que sugeri que o nome dele fosse Fido Dido. A ideia veio de uma história que marido contava desde o começo do nosso namoro: quando ele era pequeno, tinha um boneco do Fido Dido (mascote da marca de roupas homônima, muito comum na década de 80), que foi comido aos poucos pelo Pepê (poodle que virou estrelinha em 2015), seu primeiro cachorro.

As primeiras semanas foram mais caóticas. Muito xixi fora do lugar e a casa uma zona, porque o pequeno não alcançava o sofá, então deixávamos todas as almofadas no chão para ele poder subir. Tinha muita mordida com dentinhos afiados também, mas chegar em casa e ter ele lá, esperando pela gente, tornou esse momento um imenso prazer. Cabeçudinho, barrigudinho, vesgo (rs), bagunceiro e muito agitado, o pequeno era uma graça.

Mas, conforme ele crescia, a realidade foi batendo na porta. Primeiro, foram as vacinas, que me fizeram pensar bem na responsabilidade financeira que havíamos assumido. Ter um cãozinho é caro, gente. A manutenção do veterinário é algo que despende bastante dinheiro, principalmente para um recém casal, que começava a viver agora uma vida adulta, com contas e aluguel pra pagar.

Depois, veio a responsabilidade em si. Com família e amigos em Guarulhos, nunca mais conseguimos ir os dois juntos pra lá, em um final de semana. Um sempre tinha que ficar para cuidar do dog. E, por final, e a parte mais difícil de todas: começaram as destruições.

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Fido Dido: meu primeiro cachorro

 

No primeiro post do blog, em agosto de 2015, prometi contar mais sobre a história do meu cãozinho Fido Dido, mas isso mexe tanto comigo que adiei (até agora).

No finalzinho de 2011, eu e o marido (na época apenas namorado) alugamos um apartamento em Sampa. Em nosso “próprio” lar, a vontade de ter um pet começou a ficar cada vez maior, principalmente pelas saudades que tínhamos dos bichinhos que ficaram na casa de nossos pais.

O Walter, mais ajuizado e mais razão do que eu que ele não leia isso, sempre me lembrava que a gente passava o dia inteiro fora e que ter um pet é uma responsabilidade enorme, mas eu insisti na ideia até ele amolecer. Em abril de 2012, depois de muita conversa, comprei o Tofu, um hamster sírio. Ter um bichinho no apê já deixou a casa com mais vida, mas não desisti da ideia do cachorrinho.

No mês seguinte, não lembro bem o porquê, pirei na raça bull terrier (na verdade, sempre fui louca por aqueles olhinhos puxados ♥). Comecei a buscar fotos desses cães na internet, em especial filhotes e a mostrar pro marido. Ele também foi se encantando e chegamos até a ver preço… O valor era bem alto, mas fizemos meio que um acordo que juntaríamos o dinheiro para o nosso peludinho.

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SOBRE

Blog criado pela jornalista Cris Marques, de Guarulhos/SP, apaixonada por animais, mãe do cãozinho Bilbo e das hamsters Bubbles e Marceline (que viraram estrelinha em 2016), e uma fã incondicional de informação e novidades. Quer descobrir mais sobre o mundo pet?

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