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Distraindo pets que ficam sozinhos em casa

 

Levar os filhos ao colégio, ir para o trabalho e fazer as compras da casa são apenas algumas das tarefas dos adultos. O excesso de demandas e o tempo curto fazem com que muitos donos de animais tenham que deixá-los mais tempo sozinhos.

A veterinária da Hercosul Alimentos, Esther Reinheimer, dá algumas dicas de como deixar o pet distraído e confortável nos dias corridos. “Com a vida moderna e a necessidade de correr atrás do tempo, os cães e gatos acabam mais sozinhos do que gostariam. Porém, algumas dicas podem fazer com que eles não sintam tanto a falta do dono”, diz.

Os problemas comportamentais desenvolvidos pela solidão são inúmeros e prevenir isso é responsabilidade do tutor, que deve garantir o bem-estar do bichinho. “A ansiedade pode ser motivo para uma série de atitudes indesejadas como xixi fora do lugar, latidos exagerados, arranhões nos móveis, falta de apetite, além de tristeza e depressão”, explica.

 

Curtiu o assunto? Tem mais post sobre isso por aqui:
– Cuidado Animal: pet sitter e dog walker
– 4 profissões para quem é apaixonado por pets
– Profissão cat sitter: Louca dos gatos

 

O primeiro passo é oferecer distração ao animal, visto que ele precisa gastar energia para ficar saudável. Um bom exemplo de brincadeira que dá certo é colocar petiscos em garrafas pets e fazer furinhos no plástico, conforme explica a especialista. “Fazer com que o pet tente pegar a comida brincando é uma forma divertida de passar o tempo e entretê-lo por algumas horas”, aconselha.

Distraindo pets que ficam sozinhos em casaOutra dica importante é espalhar os brinquedos pela casa, variando os objetos todos os dias. “Isso vai causar curiosidade e atrair o animal para a ‘caça’. Inserir itens novos também faz parte da estratégica”.

Meias, caixas de papelão, tocas e tudo mais que a criatividade inventar podem ajudar a distrair cães e gatos sozinhos em casa. “Eles não fazem questão de brinquedos caros ou cheios de tecnologia. Uma bola de meia, por exemplo, é um prato cheio para passar um bom tempo brincando, principalmente se alguns petiscos estiverem dentro do novo brinquedo”, conta.

Levar o animal para passear antes e depois é fundamental. “Se sair de casa às 8h da manhã, leve seu pet para um passeio e tente variar os trajetos. Ele vai ficar cansado nas primeiras horas e tirar uma soneca durante grande parte da manhã”, revela.
“Na hora da saída é muito importante que as despedidas não sejam extensas, evitando que os animais sintam mais ansiedade do que o habitual. Converse com o seu companheiro e diga que volta ao final do dia”.

Se for possível, mesmo que não seja todos os dias, contrate um dog walker para passear com seu cão ou uma cat sitter para visitar seu gatinho. “Esses profissionais não cobram caro e se dividir com mais vizinhos fica ainda mais em conta contratar o serviço. Os gatos ficam satisfeitos com uma visitinha no meio da tarde, por exemplo, e existem profissionais de confiança e capacitados para essas funções”, completa.

 

assina redação

Foto: divulgação


*Por Carol Zerbato, ativista pró-animais, fundadora da agência de comunicação Ô de Patas e criadora da Cachorra Carol, personagem ilustrada que, por por meio de quadrinhos fala sobre a relação do homem com o animal, adoção, abuso de animais e outros assuntos.

Carol Zerbato, ativista pró-animais

 

Matthew McConaughey, vencedor do Oscar por sua atuação em “Clube de Compras Dallas”, emagreceu quase 20 quilos para incorporar seu personagem.

Para interpretar uma serial killer em “Monster: Desejo Assassino”, Charlize Theron engordou, pintou as sobrancelhas, usou lentes de contato e dentes postiços, e colocou próteses no rosto – esforços que lhe renderam o Oscar de melhor atriz.

Jared Leto já fez dietas surreais pela indústria hollywoodiana: engordou mais de 30 quilos para interpretar o assassino de John Lennon e emagreceu até os quase 50 quilos para seu personagem em “Clube de Compras Dallas”, pelo qual ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante.

Fora os atores que já dispensaram dublês, correram riscos ou até se machucaram para garantir a impecabilidade de uma cena.

Afinal, vale tudo em nome da arte, não é?

Depende.

Se a escolha for sacrificar o próprio bem-estar, como nos casos acima, talvez.

Se a escolha for sacrificar o bem-estar do outro, como no caso do cão Hércules, forçado a entrar numa piscina com forte correnteza durante as filmagens de “Quatro Vidas de um Cachorro”, mesmo estando incontestavelmente apavorado, não.

Não só porque é cruel, não só porque é errado, não só porque é inadmissível. Simplesmente, porque Hércules não escolheu passar por aquilo.

Assim como o tigre King também não escolheu quase morrer afogado nos bastidores de “As Aventuras de Pi”.

Assim como a orca Keiko não escolheu estrelar o clássico “Free Willy”.

Assim como os cinco golfinhos que interpretavam “Flipper” no famoso seriado da década de 1960 não escolheram trocar a liberdade de casa por um tanque de cinco minutos de fama.

Até existe uma organização nos EUA – a AHA (American Humane Association) – que deveria fiscalizar e garantir o bem-estar dos animais nessas produções. O problema é que a ONG, responsável por emitir o certificado “No animals were harmed”, já esteve sob suspeita de encobrir diversos casos de maus-tratos em Hollywood, como o próprio incidente com King no longa de Ang Lee.

Sem contar que, principalmente os animais selvagens, além de não terem escolhido os holofotes dos sets de filmes publicitários, longas, curtas e séries, também não escolheram sofrer os abusos psicológicos – e, em alguns casos, até físicos – causados pelo cativeiro a que são submetidos para o treinamento.

Certa vez, um chefe incrível que tive me ensinou: quando escrever um artigo, nunca aponte um problema sem apontar uma solução.

Colocando em prática o que aprendi, regras mais rígidas, punições mais severas e instituições que fiscalizassem de verdade o que hoje fingem fiscalizar já seria um adianto e tanto para evitar que animais sejam explorados indiscriminadamente pela indústria cinematográfica e publicitária – não só americana, mas mundial, porque isso acontece com mais frequência do que se imagina, em diversas partes do mundo, inclusive por aqui, no Brasil.

Além do que, hoje, com os recursos de animação avançadíssimos disponíveis, seria ainda mais fácil regularizar e proibir participações animais em produções que possam violar o bem-estar dos bichos.

No entanto, a solução mais eficaz – e, ao mesmo tempo, mais complicada e mais distante – seria uma mudança hierárquica de consciência: que direito temos nós, humanos, de obrigar um cachorro a entrar numa correnteza ou de tirar uma orca da natureza para fazer piruetas?

Assim, para o treinador e para todos os coniventes com os casos do cão Hércules, do tigre King, da orca Keiko e dos golfinhos Flipper, que acreditaram, por algum momento, que vale qualquer sacrifício em nome da arte, a réplica seria simples:

Fale por você. Não por eles.

 

assina redação

Colaboração: Planet Dog Resort
Fotos: banco de imagens

Regras de trânsito para o transporte de animais no carro | Blog Pets e Patas

 

Com a chegada do final do ano, do recesso e das férias, os passeios e viagens com os pets aumentam. Mas você sabe como transportar seu amigão dentro do carro de forma segura e dentro da lei? Confira mais no post de hoje:

 

É muito comum ver os cães com a cabecinha para fora da janela do carro. Embora eles gostem desse ventinho no rosto, o hábito é bastante perigoso para o animal. Com intuito de proteger o bicho contra eventuais acidentes, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) instituiu infrações médias e graves, além da possibilidade de multas para os motoristas com pets.

Segundo o artigo 169 do CTB, peludo com a cabeça para fora pode resultar em uma multa de R$ 53,20 e três pontos na carteira. Já quem dirige com o animal no colo ou do lado esquerdo pode receber a cobrança de R$ 85,13.

 

Como passear de carro com o seu cachorro de forma segura?

 

» Mantenha ele protegido, sempre

Nunca ande de carro com seu pet sem nenhum tipo de proteção para ele, principalmente se estiver dirigindo sozinho. Use caixas, cadeiras apropriadas ou cinto de segurança.

Em lojas especiais para pets, existem esses equipamentos. Ah e quando tiver alguém no carro, o carona pode levá-lo no colo, sem problema algum.

O transporte correto do animal é importante não só para evitar multas, como também prevenir eventuais acidentes caso ocorra algum imprevisto, como freadas bruscas ou colisão.

 

Veja Também:

– Cuidados com o pet no carro (com dica de produtos)
– Viagem com o pet
– Quando adestrar o pet é necessário

 

» Riscos ao transportar o animal solto

• O motorista pode ficar preocupado com o pet, que está sozinho atrás, e tirar sua atenção do trânsito;

• Por algum motivo, o bcho pode atrapalhar o motorista e até mesmo provocar um acidente;

• Os peludos gostam de receber ar fresco na janela, porém o costume agora está sujeito à multa, além de ser perigoso para sua integridade física.

 

» Quais medidas de segurança devem ser usadas?

Regras de trânsito para o transporte de animais no carro | Blog Pets e Patas• Cães de pequeno porte podem usar um cinto peitoral, que é adaptado para ser preso junto ao cinto do carro.

• Cachorros grandes podem ser transportados na carroceria do carro, devidamente alojado dentro de uma caixa específica para seu porte. Jamais prenda o animal com cordas, pois isso pode provocar enforcamento;

• Para os gatos, a melhor opção é a tradicional caixa de transporte, assim eles se sentem mais seguros e protegidos e não correm risco de ferimentos.

 

Curtiu as dicas? Então conheça o Planet Dog Resort!

 

assina colaborador

SOBRE

Blog criado pela jornalista Cris Marques, de Guarulhos/SP, apaixonada por animais, mãe do cãozinho Bilbo e das hamsters Bubbles e Marceline (que viraram estrelinha em 2016), e uma fã incondicional de informação e novidades. Quer descobrir mais sobre o mundo pet?

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