Fido Dido: meu primeiro cachorro

 

No primeiro post do blog, em agosto de 2015, prometi contar mais sobre a história do meu cãozinho Fido Dido, mas isso mexe tanto comigo que adiei (até agora).

No finalzinho de 2011, eu e o marido (na época apenas namorado) alugamos um apartamento em Sampa. Em nosso “próprio” lar, a vontade de ter um pet começou a ficar cada vez maior, principalmente pelas saudades que tínhamos dos bichinhos que ficaram na casa de nossos pais.

O Walter, mais ajuizado e mais razão do que eu que ele não leia isso, sempre me lembrava que a gente passava o dia inteiro fora e que ter um pet é uma responsabilidade enorme, mas eu insisti na ideia até ele amolecer. Em abril de 2012, depois de muita conversa, comprei o Tofu, um hamster sírio. Ter um bichinho no apê já deixou a casa com mais vida, mas não desisti da ideia do cachorrinho.

No mês seguinte, não lembro bem o porquê, pirei na raça bull terrier (na verdade, sempre fui louca por aqueles olhinhos puxados ♥). Comecei a buscar fotos desses cães na internet, em especial filhotes e a mostrar pro marido. Ele também foi se encantando e chegamos até a ver preço… O valor era bem alto, mas fizemos meio que um acordo que juntaríamos o dinheiro para o nosso peludinho.

Na mesma semana, no domingo, minha sogra e sua irmã foram em casa. Passamos o dia todo conversando e, ao final da tarde, ela contou que quase tinha adotado mais um cachorro. O pequeno foi resgatado por uma vizinha, junto com seus irmãozinhos, e ela se apaixonou. Hamsés (ou seria Ramsés?) foi o nome escolhido. Porém, ao entrar em casa com o pequeno, Amendoim (cockerdoodle adotado há alguns anos) mostrou os dentes e ela achou melhor desistir da ideia.

Na hora, já fiquei super empolgada. Como assim, na semana que consigo convencer o Walter a ter um cachorro ela me aparece contando sobre isso e dizendo que a vizinha tinha filhotes para adoção? Pedi a ela que falasse com a vizinha para mandar fotos, mas a mulher não tinha nenhuma. Conversei com o marido, choraminguei, fiz manha e disse que iria para Guarulhos (nessa época morávamos no Jabaquara/SP) ver os dogs.

Ah, nesse momento já estava certa de que levaria um deles para casa, tanto que já havia ligado para o meu pai, para saber se ele me levaria de carro pra lá com o bichinho. Ele não topou muito, mas disse que veríamos a possibilidade para o outro final de semana.

Resultado? Domingo, 5 e pouco da tarde, eu, que trabalharia no dia seguinte, na Paulista, estava à caminho de Guarulhos. A ideia era ver o cachorrinho, escolher e ir buscar no final de semana seguinte. E eu segui o plano à risca #sóquenão.

Já no prédio da minha sogra, a vizinha levou os dois machinhos da ninhada para eu ver. Um deles era super chorão, assustado e menorzinho. O outro, um atentado. Branco e preto, com manchas brancas e um desenho na barriga que lembrava um coração, ele causou no hall e até o tapete da vizinha mordeu.

 

Fido Dido: meu primeiro cachorro

 

Pronto, o Hamsés agora era o meu escolhido. Mas como ir embora e deixar ele lá? O marido da vizinha, contente com a possibilidade da adoção, se ofereceu para me levar pra casa com ele. Liguei para o Walter, informei que levaria o bichinho e partimos. A tal vizinha me deu ele, um cobertorzinho e um pouco de ração (afinal, minha casa não estava preparada para receber um pet).

Cheguei tarde da noite, com aquele pequeno nos braços. Marido contrariado com a minha loucura, ficou de cara fechada até o filhote brincar e se aninhar com ele no sofá. E assim foi meu 6 de maio de 2012.

 
Veja mais fotos do Fido Dido abaixo:

 

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Quer saber a continuação dessa história de amor? Já postei a parte 2!

 

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SOBRE

Blog criado pela jornalista Cris Marques, de Guarulhos/SP, apaixonada por animais, mãe do cãozinho Bilbo e das hamsters Bubbles e Marceline (que viraram estrelinha em 2016), e uma fã incondicional de informação e novidades. Quer descobrir mais sobre o mundo pet?

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