Experiências

SP Dog Run

Quem curte correr e caminhar com o pet já pode comemorar: a SP Dog Run deste ano já tem data marcada: dia 9 de abril (domingo), no estacionamento do Shopping SP Market. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas por meio do site www.spdogrun.com.br, até o dia 05 de abril ou preencher o número total de vagas.

O evento canino possui duas modalidades de prova: Cãorrida e Cãominhada, em um percurso de 2km. Na Cãominhada, podem participar pessoas da família com um cachorro, ou uma única pessoa com mais de um cachorro. Já na Cãorrida, participam apenas um dono e o seu cachorro.

Os horários de largada variam de acordo com cada modalidade. Os participantes da Cãorrida sairão às 8h30, já a Cãominhada iniciará às 9h. Haverá uma medalha de participação para todos que completarem o percurso. Além disso, na Cãorrida, os cinco primeiros colocados nas categorias “feminino” e “masculino” ganharão um troféu.

Toda a estrutura do evento foi pensada para oferecer conforto e segurança aos participantes. As provas são acompanhadas por equipe médica, que inclui especialistas em saúde humana e animal. Para ficar ainda mais animado, o evento contará com diversas atrações para o dono e o atleta de quatro patas.

O valor da inscrição para a prova é de R$45,00 (+ taxa de conveniência) por participante e dá direito a um kit pré-prova, que inclui camiseta oficial do evento e brindes dos patrocinadores. Ao final da prova, todos os participantes receberão outro kit, dessa vez com a desejada medalha, água, frutas e outros regalos.

A retirada do Kit será feita no dia 08 de abril, das 13h às 21h, no Atrium do Shopping SP Market. Será obrigatório apresentar documento de identidade com foto, junto com o comprovante de pagamento da inscrição, realizada via internet.

 

Curtiu a ideia? O Pets e Patas estará por lá (caminhando apenas rs), junto com o Eu na Correria, que participou da 3ª SP Dog Run, no ano passado.

 

Eu na Correria na 3ª SP Dog Run

Tamiris (Eu na Correria) e Cindy, na 3ª SP Dog Run

 

4ª SP DOG RUN

Data e horário: 09/04 – a partir das 7h
Local: estacionamento do Shopping SP Market – Avenida das Nações Unidas, 22.540, Jurubatuba. São Paulo/SP
Inscrição: www.spdogrun.com.br
Taxa de inscrição: R$ 45,00 + taxa de conveniência
Horário da largada: Cãorrida: 8h30 • Cãominhada: 9h
Informações: (11) 5682.3666

 

Assina cris

Por Tamiris Monteiro do blog Eu na Correria
Fotos: Arquivo Pessoal

 

SP Dog Run: uma corrida boa pra cachorro | Pets e Patas

Cindy e sua medalha

 

No último domingo rolou, dentro do Shopping SP Market, a 3º edição do Dog Run e participei do evento com a minha cachorrinha: a Cindy. Juntas fizemos 2 quilômetros, distância máxima determinada pela organização da prova. Essa corrida em especial me causou certa ansiedade, não por mim, mas por não saber como a Cindy se comportaria, afinal, essa foi a primeira corrida da sua vida e posso dizer que ela arrasou e encheu a “mamãe” aqui de orgulho. Fez o percurso bonitinha e, mesmo com as patinhas curtas, concluiu a prova em menos de 14 minutos. Já é uma corredora com certeza (risos).

Bem, para os corredores que realmente gostam de cachorro, esse é um evento muito bacana de participar. Você começa a entrar no clima já no estacionamento, porque é gente e cachorro descendo dos carros o tempo todo e o silêncio do ambiente é quebrado por muitos uivos e latidos.

 

Organização

Partindo para o quesito organização, achei o evento bem estruturado, e devo confessar que amei o kit. Foi o maior e melhor de todas as provas que fiz até hoje. E se você acha que só vem brindes para o pet, engana-se, veio preparo para bolo, granola, barrinha de cereal, suplemento vitamínico, bombons, além da camiseta, número de peito e chip.

SP Dog Run: uma corrida boa pra cachorro | Pets e Patas

 

Concentração

A concentração canina aconteceu no estacionamento aberto do shopping, e por lá tudo ficou muito bem organizado também, apesar dos amiguinhos de quatro patas não segurarem xixi nem coco, não vi pontos de dejetos acumulados. Além da equipe de limpeza disponibilizada pela organização, isso foi possível pela boa educação da maioria dos donos que levaram saquinhos para recolher as fezes dos cães.

 

Alguns detalhes

Pra mim, o maior problema foi a largada, fiquei bem na linha da frente e como os cachorros se assustam com o barulho da corneta, alguns correm para o lado, outros param e nessa hora dá um medo danado das pessoas pisarem no seu mascote ou de você pisar em algum doguinho. Eu honestamente sai correndo com a Cindy, mas logo percebi que até a muvuca passar, era mais prudente caminhar. Mesmo assim, durante o percurso, muitos cães param ou querem sair da pista e você tem que estar atento no seu cachorro e nos dos corredores ao redor.
A Cindy aguentou fazer os 2 quilômetros, mas vi muitos cães quebrarem (jargão de corrida para quem desiste) no meio do caminho, ou seja, é importante respeitar os limites do animal, por isso que os organizadores fazem a cãorrida e a cãominhada, para que todos tenham oportunidade de participar.

Em conversa com um dos organizadores da Sp Dog Run, Alessandro Zonzini da Sportsfuse, ele explicou que tudo é pensado para o bem-estar dos animais. “A ideia de cãorrida foi trazida para o Brasil pela Sportsfuse e isso aconteceu porque percebemos que existiam muitas cãominhadas, mas a maioria sem uma estrutura bacana. Em parceria com a Pet Party, empresa especialista em eventos para cães, pensamos em como montar uma boa estrutura. O pessoal do resgate veterinário ajudou a elaborar o regulamento e estudamos qual seria o melhor percurso, tudo pensando na saúde dos cães. Além da corrida, o legal do SP Dog Run é a arena com diversas atrações, dando a possibilidade de os dono se divertirem também. É mais diversão do que competição”, afirma Zonzini.

 

Bob e Marley, cães celebridades

Quem curte o universo canino já deve ter ouvido falar no Bob e Marley. Os cachorros da raça golden retriever que fazem sucesso no instagram estiveram na Dog Run para fazer a cãominhada e entregar os prêmios aos vencedores. Luiz Higa Júnior, o dono dos cães, disse que preferiu optar pela caminhada por ser mais tranquilo para conduzir a dupla. “É mais fácil pra mim, pois eles acabam me puxando, e na corrida isso poderia ser um problema”, brinca.

Luiz também ressaltou a importância de os donos proporcionarem aos seus pets uma rotina saudável. “Além de ser uma competição do bem, a Dog Run é um evento oportuno para mostrar aos donos o quanto é benéfico para os animais os passeios e as brincadeiras. Eu, por exemplo, durante a semana tento pelo menos levá-los ao parque perto de casa e aos fins de semana, quando tenho mais tempo, os levo para passear comigo em restaurantes e shoppings que possam entrar”, afirma.

SP Dog Run: uma corrida boa pra cachorro | Pets e Patas

 

Cães deficientes participaram da corrida

Assim como acontece nas provas para humanos, cães deficientes também puderam participar da corrida. Foi o caso da Feiosa – que de feia só tem o nome mesmo, porque ela é linda e uma doçura. Raphael Salvador, que adotou a Feiosa depois que uma empresa decidiu fechar o canil que a mantinha, conta que decidiu participar do evento com a cachorrinha por ela ser muito elétrica e, apesar de ter tido uma das patas traseiras amputada, levar uma vida normal. “É uma cachorra completamente feliz, conseguiu fazer os 2 quilômetros com muita facilidade”, pontuou Raphael.

SP Dog Run: uma corrida boa pra cachorro | Pets e Patas

 

assina colaborador

Imagens: Arquivo Bull Terrier Rescue BR

 

Por amor aos bull terriers | Blog Pets e Patas

Nem sei dizer exatamente como começou, mas o fato é que sou apaixonada pela raça de cães bull terrier. O nariz comprido, as orelhas altas e os olhinhos puxados são apaixonantes demais. E depois que descobri a Ricota, uma “bull vida loka”, como ela mesma “diz” (sério, se você ainda não a conhece, siga já! ♥), comecei a acompanhar mais esse universo e foi assim que cheguei até a fanpage Bull Terrier Rescue BR e me encantei com o trabalho feito por eles. Toda vez que “pipoca” um cão de raça pra adoção no meu Facebook brotam adotantes o que, infelizmente, não acontece com os nossos amados vira-latinhas. Mas essa não é uma realidade só deles, não. E é assim que começa essa história.

A paixão por cães de Andreia Mattos, umas das responsáveis pela fanpage, vem de berço. “Nasci em uma família de cinófilos – aquele que ama cães. Meu avô paterno foi o primeiro juiz de cães do trabalho do país, meu pai chegou a ser criador de exemplares da raça fila brasileiro, meu tio era um grande adestrador e meu primo um handler – profissional que cuida e prepara os animais para exposições – bem conhecido aqui no Brasil. Eu sempre gostei e quis ter um bull terrier, mas somente em 2004, por ironia do destino, finalmente apareceu um na minha vida. Na época, não era fácil encontrar a raça então comprei o meu por acaso. Ele me escolheu”.

Ela ainda conta que criou a fanpage após ver crescer o número de abandonos de bulls e nenhuma pessoa ajudando nisso, sem contar as doações de forma irresponsável para criadores de fundo de quintal que só querem saber de lucro. “Chamei a Etiennie para me ajudar, nos conhecemos através de um grupo de adoção de bull. Eu a ajudei a adotar a Trixie, que foi abandonada às margens de um rio para morrer. Essa parceria vai fazer 3 anos e está dando certo, eu falo que ela é a razão e eu o coração. […] Com a página, nosso objetivo é encontrar uma família para esses bulls abandonados, ajudar os que precisam financeiramente para custear tratamentos, divulgar os cães encontrados/perdidos, auxiliar nos resgates e, principalmente, conscientizar sobre a posse responsável.

 

Processo de adoção

Por amor aos bull terriers | Blog Pets e Patas

À frente da Bull Terrier Rescue BR, que já ajudou mais de 50 cãezinhos, elas participam de todo o processo, divulgando o animal, enviando o questionário e, em alguns casos, até pré-selecionando os candidatos para que o responsável pela adoção possa escolher as pessoas mais aptas. “Já atuamos em alguns resgates, dando todo o apoio financeiro, mas isto não é frequente. Poucas pessoas ajudam e hoje faltam adotantes para os cães adultos, por isso não podemos nos comprometer por tempo indeterminado, não temos verba para isso. Um dia esperamos conseguir fazer resgates e ter lugar para colocar os que não são adotados”. Para a divulgação de terceiros, além da exigência de que o animal seja castrado, também existem algumas regras, como prestação de contas, noticias diárias, fotos e vídeos.

 

Sem igual

A raça bull terrier é conhecida pelo seu comportamento difícil, que, muitas vezes, exige até adestramento, sem contar a necessidade de muito exercício. Mas, segundo ela, não levar em conta essas necessidades no momento da compra não é o único motivo que leva ao abandono. “Tem o fator doença e idade também. Muitos bulls são abandonados porque ficaram velhos ou estão doentes”. Para garantir uma adoção responsável, ela afirma que o perfil ideal é quem já conheça a raça e tenha como se dedicar ao animal. “Eles não gostam de ficar muito tempo sozinhos. A pessoa também precisa ter estabilidade financeira e estar disposta a amá-los como são: bagunceiros, felizes, muito apegados à família e bastante teimosos”.

 

Sentimento de gratidão

Para finalizar, Andreia conta que a cada adoção fica com a sensação de dever cumprido. “Eu sempre falo que faço tão pouco perto do que gostaria, mas esse pouquinho está dando certo. Às vezes pinta um desanimo por causa das críticas e cobranças, mas ao ver a foto de um bull na nova casa, que conseguiu por meio da Bull Terrier Rescue BR, me dá mais forças para continuar. Tudo o que faço é somente por amor aos bull terriers”.

 

Confira alguns antes e depois dos bulls adotados:

 

Assina cris

SOBRE

Blog criado pela jornalista Cris Marques, de Guarulhos/SP, apaixonada por animais, mãe do cãozinho Bilbo e das hamsters Bubbles e Marceline (que viraram estrelinha em 2016), e uma fã incondicional de informação e novidades. Quer descobrir mais sobre o mundo pet?

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