Redação P&P

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Passeio com o cachorro

 

Quem tem cão em casa sabe que é só pegar a coleira e a guia que a festa começa, antes mesmo de qualquer convite formal. Não importa se seu pet é aquele que ama correr ou se é mais sossegadão, todos eles, TODOS, adoram passear, reconhecer os cheiros e fazer amigos.

Assim como no mundo animal, no dos humanos também existem diferentes perfis: aqueles menos preguiçosos, mais dispostos, e outros que adoram um sofá com pipoca. Se você quer o bem do seu pet, precisa conhecer os benefícios do passeio frequente. Além de fazer ele feliz, você ainda arruma uma ótima desculpa para adotar uma vida mais saudável e ativa.

Se sua rotina é sair de manhã e voltar somente no fim do dia, saiba que, para seu cão pode ser difícil ficar o dia todo trancado dentro de casa, sem contato com o mundo lá fora. Por isso, tente encaixar na sua agenda um passeio com seu pet bem cedo, antes de começar o dia, ou à noite. Além de serem os melhores horários para caminhadas, por conta do calor que pode não fazer bem, você controla a ansiedade de seu parceiro.

Outro bom motivo de passear regularmente com seu animal é o fato de que caminhadas ajudam a gastar calorias, principalmente se seu pet faz parte do grupo dos mais sossegados. Afinal, obesidade é um dos males do século para os humanos, mas pode atingir os cães também. Juntos, vocês podem ficar com a saúde em dia! Mas vale lembrar que correr é indicado somente para alguns cães, pois exige maior preparo físico e, se essa for sua intenção, vale consultar o veterinário. Faça o exercício dentro do seu limite e respeite também os limites do seu amigo.

Socializar é outra vantagem de caminhar com seu pet. Quem nunca foi parado para conversar sobre a aparência ou personalidade dele? Quem tem animal em casa acaba sendo mais simpático, mais aberto a este tipo de aproximação e os passeios ficam mais interessantes e divertidos. Em meio a tanta correria não seria bom poder conversar, amigavelmente, sobre um dos seus assuntos preferidos?

Mas antes de sair por aí, vale se preparar e tomar alguns cuidados. É importante checar se a coleira está firme, para seu cão não escapar, ter certeza de que a guia está bem colocada e sempre usar uma medalhinha de identificação (que deve conter seu telefone) no peludinho. Ah, e não se esqueça de levar um saquinho para recolher as necessidades do seu pet (leve mais de um, para não ficar não mão) e um pote de água, caso esteja muito quente ou o passeio for muito demorado.

Outro cuidado essencial é a proteção contra parasitas (pulgas, carrapatos e mosquitos, por exemplo). Ruas, parques e praças e até outros cães podem fazer com que seu animal se infeste e os prejuízos são enormes, passando pela possibilidade de transmissão de doenças e o incômodo do seu cão pela coceira e irritação. Para passear tranquilo, use regularmente produtos adequados, como os Vectra Gatos e Vectra 3D, para cães, da Ceva.

Não deixe de curtir este momento de parceria. Não esqueça de que você é tudo para ele e que, com certeza, se pudesse falar, seu cão não abria mão de uma caminhada divertida e relaxante com seu melhor parceiro e amigo.

 

assina redação

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Com a chegada da Páscoa, muitos tutores querem oferecer guloseimas para seus cães e gatos. Mas será que eles gostam ou podem consumir esses alimentos? A resposta é NÃO e os veterinários da Total Alimentos explicam o porquê:

 

Gatos comem doce?

Páscoa, pets e docesCientistas afirmam que, em geral, os felinos não se interessam por doces. “Os gatos, apesar de domesticados, continuam sendo carnívoros restritos e não consumem doces porque não têm capacidade de sentir esse sabor”, afirma a veterinária e coordenadora da comunicação científica da Equilíbrio, Bárbara Benitez.

De acordo com a revista Scientific American, a causa é um gene que os animais dessa espécie, inclusive leões e tigres, não têm: o Tas1r2, responsável por gerar proteínas que formam os receptores de doces na língua. Por isso, eles não percebem o sabor doce, como os humanos e outros mamíferos.

“Os tutores sabem que o olfato e o tato de seus gatos são mais apurados, mas talvez não saibam que o paladar dos bichanos é mais restrito. Saber disso ajuda até no manejo alimentar. O dono deve oferecer alimentos elaborados com fontes de proteínas de origem animal e evitar doces, que podem causar obesidade e diabetes”, orienta ela.

 

E os cães?

Páscoa, pets e doces

Se o consumo desregrado de açúcar pode causar malefícios ao ser humano, o mesmo ocorre com os cães. É o que explica o médico veterinário da Total Alimentos, Marcello Machado. “O açúcar pode trazer inúmeros problemas, principalmente obesidade e a rejeição futura de alimentos adequados para a saúde do animal”. Segundo ele, os tutores não devem oferecer doces em barras, sejam caseiros ou industrializados, e, principalmente, chocolates. “O chocolate é tóxico para cães e também gatos. A substância chamada teobromina, presente no cacau, pode causar intoxicações, vômitos e diarreia”, afirma.

 

Sabor doce

Mas os cães podem consumir doce? Sim, desde que ele venha de uma fonte natural. “Se o tutor pretende oferecer sabores adocicados para o animal, pode optar por frutas, como mamão e maçã, e vegetais, como cenoura e batata doce. Esses ingredientes, inclusive, já fazem parte da composição de algumas rações”.

 

Paladar dos cães

Não se engane, os cães possuem menos papilas gustativas do que o ser humano. Então, mesmo com “aquela cara de pidão”, seu melhor amigo não sente com tanta intensidade os sabores. “O homem tem 9 mil papilas gustativas, enquanto os cães têm, aproximadamente, 1.706”, finaliza o profissional.

 

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Distraindo pets que ficam sozinhos em casa

 

Levar os filhos ao colégio, ir para o trabalho e fazer as compras da casa são apenas algumas das tarefas dos adultos. O excesso de demandas e o tempo curto fazem com que muitos donos de animais tenham que deixá-los mais tempo sozinhos.

A veterinária da Hercosul Alimentos, Esther Reinheimer, dá algumas dicas de como deixar o pet distraído e confortável nos dias corridos. “Com a vida moderna e a necessidade de correr atrás do tempo, os cães e gatos acabam mais sozinhos do que gostariam. Porém, algumas dicas podem fazer com que eles não sintam tanto a falta do dono”, diz.

Os problemas comportamentais desenvolvidos pela solidão são inúmeros e prevenir isso é responsabilidade do tutor, que deve garantir o bem-estar do bichinho. “A ansiedade pode ser motivo para uma série de atitudes indesejadas como xixi fora do lugar, latidos exagerados, arranhões nos móveis, falta de apetite, além de tristeza e depressão”, explica.

 

Curtiu o assunto? Tem mais post sobre isso por aqui:
– Cuidado Animal: pet sitter e dog walker
– 4 profissões para quem é apaixonado por pets
– Profissão cat sitter: Louca dos gatos

 

O primeiro passo é oferecer distração ao animal, visto que ele precisa gastar energia para ficar saudável. Um bom exemplo de brincadeira que dá certo é colocar petiscos em garrafas pets e fazer furinhos no plástico, conforme explica a especialista. “Fazer com que o pet tente pegar a comida brincando é uma forma divertida de passar o tempo e entretê-lo por algumas horas”, aconselha.

Distraindo pets que ficam sozinhos em casaOutra dica importante é espalhar os brinquedos pela casa, variando os objetos todos os dias. “Isso vai causar curiosidade e atrair o animal para a ‘caça’. Inserir itens novos também faz parte da estratégica”.

Meias, caixas de papelão, tocas e tudo mais que a criatividade inventar podem ajudar a distrair cães e gatos sozinhos em casa. “Eles não fazem questão de brinquedos caros ou cheios de tecnologia. Uma bola de meia, por exemplo, é um prato cheio para passar um bom tempo brincando, principalmente se alguns petiscos estiverem dentro do novo brinquedo”, conta.

Levar o animal para passear antes e depois é fundamental. “Se sair de casa às 8h da manhã, leve seu pet para um passeio e tente variar os trajetos. Ele vai ficar cansado nas primeiras horas e tirar uma soneca durante grande parte da manhã”, revela.
“Na hora da saída é muito importante que as despedidas não sejam extensas, evitando que os animais sintam mais ansiedade do que o habitual. Converse com o seu companheiro e diga que volta ao final do dia”.

Se for possível, mesmo que não seja todos os dias, contrate um dog walker para passear com seu cão ou uma cat sitter para visitar seu gatinho. “Esses profissionais não cobram caro e se dividir com mais vizinhos fica ainda mais em conta contratar o serviço. Os gatos ficam satisfeitos com uma visitinha no meio da tarde, por exemplo, e existem profissionais de confiança e capacitados para essas funções”, completa.

 

assina redação

SOBRE

Blog criado pela jornalista Cris Marques, de Guarulhos/SP, apaixonada por animais, mãe do cãozinho Bilbo e das hamsters Bubbles e Marceline (que viraram estrelinha em 2016), e uma fã incondicional de informação e novidades. Quer descobrir mais sobre o mundo pet?

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